segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Louca! Louca! Louca!


Ouvir música sertaneja é o fim!

Eu gosto muito... De verdade...

Mas significa que a situação esta fora de controle! kkk

São músicas ótimas pra animar o espírito! kkk

Me sinto mendigando... Ninguém deve se sentir assim!

Preciso e tenho de mudar tudo... Se eu não fizer nada, não será ninguém que fará por mim!

Acorda criatura!!! Nada nem ninguém é pra sempre... Não vale a pena disponibilizar tanto sentimento e atenção para algo ou alguém que não se importa!!!

Louca! Louca! Louca!

Isso vai passar... Como tudo até hoje já passou... Ficou no passado...

Hoje... Só lembranças... Não quero mais perto de mim nem lembranças que ofendem minha dedicação, meu interesse verdadeiro...

Nada mais importa... Nem ninguém!

Texto abaixo foi extraído de algum Orkut qualquer... Mas é valiosíssimo!

“Chico Xavier costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita: "ISSO TAMBÉM PASSA"... Aí perguntaram para ele o porquê disso. E ele disse que era para se lembrar que quando estivesse passando por momentos ruins, puder se lembrar de que eles iriam embora. Que iriam passar. E que ele teria que passar por aquilo por algum motivo. Mas essa placa também era para lembrá-lo que quando estivesse muito feliz, não deixar tudo para trás e se deixar levar, porque esses momentos também iriam passar e momentos difíceis também viriam de novo. E é exatamente disso que a vida é feita: "MOMENTOS". Momentos os quais temos que passar, sendo bons ou não, para o nosso próprio aprendizado. Por algum motivo nunca se esquecendo do mais importante: NADA É POR ACASO. Absolutamente nada. Por isso temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, da melhor forma possível... A vida nem sempre segue o nosso querer, mas ela é perfeita naquilo que tem que ser!”

Quero mudanças...

Quero finais...

Quero recomeços...

Quero sentir borboletas no estômago de novo!

Quero ver dias mais floridos e ensolarados...

Quero nunca mais ter de me esconder!

Quero que não me ocultem nunca mais!

Quero poder falar...

Quero ser feliz!



... Dia das Crianças [rsrsrs]...

Um e-mail recebido, vale transcrevê-lo aqui!

Havia, na revista 'Pais e Filhos', um espaço de Pedro Bloch, pediatra e teatrólogo, de coisas engraçadas que as crianças diziam.

Essas historinhas são verdadeiras:

1)- Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.

A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia.

Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.

A menina, então disse:

- Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas.

A professora lhe perguntou:

- E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?

A menina respondeu:

- Aí a senhora pergunta!

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2)- Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.

Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava. A menina respondeu:

- Estou desenhando Deus.

A professora parou e disse:

- Mas ninguém sabe como é Deus.

Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:

- Saberão dentro de um minuto!

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3)- Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luis Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.

- E como aconteceu isso? - perguntou a mãe assustada.

- Não foi fácil - admitiu a pequena senhorita - mas três meninas me ajudaram a segurá-lo!

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4)- Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:

- Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?

A mãe respondeu:

- Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco. A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:

- Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?

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5)- Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou, com excitação, para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.

- Como você soube disso? - perguntou a mãe.

- Papai os levantou e olhou por baixo - respondeu o menino - acho que ali estava a etiqueta!

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6)- Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.

- Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos disserem: 'ali está Catarina, é advogada', ou também 'este é o Miguel. Agora é médico'.

Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:

- E ali está a professora. Já morreu!




sábado, 10 de outubro de 2009

... Embriaguez ...


Desejo embriagar meus pensamentos como estão embriagados meus sentimentos...

Hei de ter um momento de paz...

Nada me satisfaz...

Nada me empolga...

Nada me altera...

Este furacão não vai embora...

¿Eu o deixo ir embora?

Já não o sei mais... ou talvez sim!

Estou exausta!

Será que minha resistência a esse mundo interno vai chegar ao fim em breve?

Talvez eu complique demais...

Pense demais...

Espere demais...

Aposte demais...

Sonhe demais...

Sofra demais...

Estou embriagada de sentimentos... E não sei mais como me libertar disso tudo!

[Mario Quintana]



OS DEGRAUS

Não desças os degraus do sonho

Para não despertar os monstros.

Não subas aos sótãos – onde

Os deuses, por trás das suas máscaras,

Ocultam o próprio enigma.

Não desças, não subas, fica.

O mistério está é na tua vida!

E é um sonho louco este nosso mundo...

Mario Quintana - Baú de Espantos



SEMPRE QUE CHOVE

Sempre que chove

Tudo faz tanto tempo...

E qualquer poema que acaso eu escreva

Vem sempre datado de 1779!

Mario Quintana - Preparativos de Viagem



PRESENÇA

É preciso que a saudade desenhe tuas linhas perfeitas,

teu perfil exato e que, apenas, levemente, o vento

das horas ponha um frêmito em teus cabelos...

É preciso que a tua ausência trescale

sutilmente, no ar, a trevo machucado,

as folhas de alecrim desde há muito guardadas

não se sabe por quem nalgum móvel antigo...

Mas é preciso, também, que seja como abrir uma janela

e respirar-te, azul e luminosa, no ar.

É preciso a saudade para eu sentir

como sinto - em mim - a presença misteriosa da vida...

Mas quando surges és tão outra e múltipla e imprevista

que nunca te pareces com o teu retrato...

E eu tenho de fechar meus olhos para ver-te.

Mario Quintana



Canção da garoa

Em cima do telhado

Pirulin lulin lulin,

Um anjo, todo molhado,

Soluça no seu flautim.

O relógio vai bater:

As molas rangem sem fim.

O retrato na parede

Fica olhando para mim.

E chove sem saber porquê

E tudo foi sempre assim!

Parece que vou sofrer:

Pirulin lulin lulin...

Mario Quintana



O morto

Eu estava dormindo e me acordaram

E me encontrei, assim, num mundo estranho e louco...

E quando eu começava a compreendê-lo

Um pouco,

Já eram horas de dormir de novo!

Mario Quintana - Apontamentos de História Sobrenatural


A COISA

A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita.

Mario Quintana - Caderno H



AS INDAGAÇÕES

A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.

Mario Quintana - Caderno H






INSCRIÇÃO PARA UM PORTÃO DE CEMITÉRIO

Na mesma pedra se encontram,

Conforme o povo traduz,

Quando se nasce - uma estrela,

Quando se morre - uma cruz.

Mas quantos que aqui repousam

Hão de emendar-nos assim:

"Ponham-me a cruz no princípio...

E a luz da estrela no fim!"

Mario Quintana - A Cor do Invisível


A canção da vida

A vida é louca

a vida é uma sarabanda

é um corrupio...

A vida múltipla dá-se as mãos como um bando

de raparigas em flor

e está cantando

em torno a ti:

Como eu sou bela

amor!

Entra em mim, como em uma tela

de Renoir

enquanto é primavera,

enquanto o mundo

não poluir

o azul do ar!

Não vás ficar

não vás ficar

aí...

como um salso chorando

na beira do rio...

(Como a vida é bela! como a vida é louca!)

Mario Quintana - Esconderijos do Tempo